Entrevista: Irandhir Santos (Tatuagem)

Irandhir

Para citar um antagonismo de seu personagem no filme de Hilton Lacerda, ele é a práxis e a epifania no mesmo lugar. Um ator metódico no exercício de seu ofício e melódico na manifestação dele. Em cena, Irandhir Santos é música para os olhos. No cinema, seu nome começou a circular depois de seu Maninho em Baixio das Bestas, de Cláudio Assis. No mesmo ano, assustou o país (desses sustos bons, susto de deslumbramento) com sua versão de Quaderna na minissérie global A Pedra do Reino. É protagonista em O Som ao Redor, filme escolhido pelo Brasil para ser pré-indicado ao Oscar, e agora volta aos cinemas com o Clecinho de Tatuagem, personagem que é, ele próprio, um ator. Já havia conversando com o diretor Hilton Lacerda sobre Clécio, e agora é a vez do próprio Irandhir contar a sua versão da história.

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