Eduardo Coutinho, para ver e rever. Sempre.

Para que a fumaça dos cigarros que Eduardo Coutinho fumava sem concessões continue a passar diante da gente. Pulmão para o mundo, ele tinha. Para lembrar que olhar não é um verbo que se encerra em si. Exige se desfazer de todos os preconceitos que a imagem finge nos entregar de mão beijada. E se o cinema não é esse exercício, não saberia dizer o que ele é.

Cabra Marcado pra Morrer, 1984

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