Eduardo Coutinho, para ver e rever. Sempre.

Para que a fumaça dos cigarros que Eduardo Coutinho fumava sem concessões continue a passar diante da gente. Pulmão para o mundo, ele tinha. Para lembrar que olhar não é um verbo que se encerra em si. Exige se desfazer de todos os preconceitos que a imagem finge nos entregar de mão beijada. E se o cinema não é esse exercício, não saberia dizer o que ele é.

Cabra Marcado pra Morrer, 1984

O Fio da Memória, 1991

Santo Forte, 1999

Babilônia 2000, 2000

Edifício Master, 2002

Peões, 2004

O Fim e o Princípio, 2005

Jogo de Cena, 2007

Moscou, 2009

Um Dia na Vida, 2010

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10 respostas em “Eduardo Coutinho, para ver e rever. Sempre.

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